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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Anvisa proíbe bebidas e alimentos à base de aloe vera

Planta é popularmente conhecida como babosa.
Uso em cosméticos e produtos de limpeza continua liberado.

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta segunda-feira (14) o uso da aloe vera, planta popularmente conhecida como babosa, na produção de alimentos e bebidas. A proibição vale para importação, fabricação, distribuição e comercialização desses produtos.
    A planta é usada também como aromatizante em cosméticos e produtos de limpeza, e esse tipo de uso continua liberado.
    A Anvisa optou pela proibição por falta de estudos científicos que comprovem a segurança da babosa, ou seja, falta garantia de que ela não seja prejudicial à saúde.
    Existem sucos à base da planta, e seus revendedores costumam falar sobre possíveis efeitos benéficos, como a redução dos níveis de glicose no sangue.

Do G1, em São Paulo, 14/11/2011

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/anvisa-proibe-bebidas-e-alimentos-base-de-aloe-vera.html

 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ração humana atrai adeptos pela praticidade

Dietas malucas podem fazer muito mal ao organismo, pois os músculos ficam mais fracos e sofrem com a falta de energia

No Brasil, a busca incansável tem uma nova receita. Ração humana: você sabe o que é isso? 
Soja, aveia, gérmen de trigo; são, pelo menos, 10 ingredientes, todos em pó e naturais. É uma receita que está se espalhando pelo Brasil, a dieta da moda. 
“A linhaça é um elemento muito importante que mantém o ritmo intestinal, tem vitaminas e modifica o trato de trânsito do intestino. Ao mesmo tempo, ele previne algumas alterações que nós temos de doenças”, aponta o nutrólogo e professor Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 
 Quantos produtos naturais! Mas será que misturar tudo isso é mesmo bom para todo mundo? 
O professor Mauro Fisberg diz que três colheres ao dia não fazem mal a ninguém. Mas quem é diabético ou tem problemas cardíacos, cuidado: é melhor evitar açúcar mascavo, cacau e o guaraná em pó. “Uma pessoa que é normal e come normalmente todos os tipos de alimentos não precisaria de nenhum outro suplemento”, afirma o nutrólogo. 
“Não adianta colocar coisas que sejam muito diferentes, porque a pessoa não consegue manter estes alimentos que não são do seu hábito durante muito tempo”, ressalta a nutricionista Sônia Tucunduva Phillípi, da Universidade de São Paulo (USP). 
Pouca gente se preocupa com o corpo o ano inteiro. A maioria exagera, come o que tem vontade e não faz nada para queimar aquelas gordurinhas extras que em dias nublados nem chamam tanta atenção. Mas é só sair o sol que muitos deixam o bom senso de lado e são capazes de fazer loucuras para entrar em forma.
As magrinhas se exibem e confessam sacrifícios assustadores. “Eu não tomava café da manhã, não comia nada, só almoçava salada e um grelhado, durante praticamente um ano. Mas tive tontura, dor de cabeça. Todo dia, passava mal”, conta a supervisora Vívian Nogueira. 
“A primeira coisa que você acaba perdendo são as proteínas mais nobres que são as proteínas musculares”, explica o nutrólogo Mauro Fisberg. 
O nosso corpo está programado para proteger os órgãos vitais, como o cérebro, o coração e os pulmões que precisam de muita energia, que vem dos alimentos. 
Quando entramos em um regime maluco, o cérebro determina: a energia deve ser retirada dos músculos. E eles ficam mais fracos, sofrem com a dieta. A falta de vitaminas derruba nossas defesas e aumenta a degeneração celular. 
“Para matar a fome, eu tomava muito café sem açúcar. Matava a fome, mas acabou com o meu estômago também”, lembra a aposentada Clarice Quagio. 
“A cafeína, em alguns elementos, tira bastante a fome, mas, ao mesmo tempo, tem uma ação estimulante importante. E ao mesmo tempo, uma ação tóxica age sobre o nosso trato intestinal, e ela acaba tendo uma duodenite, uma esofagite e pode chegar até a uma úlcera, por irritabilidade”, diz Mauro Fisberg. 
“Eu consegui emagrecer 20kg, em um ano”, conta a manicure Téia Santana que, há três anos, passou a comer só carne e salada durante a semana. As lasanhas, pizzas, carboidratos ficaram só para sábados e domingos. 
“Em vez de ela restringir o carboidrato para uma vez por semana, ela poderia comer porções muito menores de carboidrato todos os dias, combinadas com proteína, combinadas com vegetais, legumes e frutas que poderiam ser exatamente iguais em termos de perda de peso com muito menos dano para a vida futura dela”, explica o nutrólogo.



Saiba mais: http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1497429-16619,00-RACAO+HUMANA+ATRAI+ADEPTOS+PELA+PRATICIDADE.html

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Alimentos anticolesterol

"Há tempos pesa sobre ele a fama de vilão. Mas acredite: o colesterol é um bem precioso para o ser humano. Afinal, sua presença garante a produção de vários hormônios, a síntese da vitamina D e também o pleno funcionamento das membranas celulares, só para citar algumas tarefas. De tão importante, 70% da substância é produzida pelo próprio organismo - o restante vem do prato. O foco da questão, caro leitor, são as lipoproteínas que a transportam pelo seu corpo: a LDL e a HDL. "A primeira carrega o colesterol para as artérias, aumentando o risco de ocorrer formação de placas de gordura que, mais tarde, podem gerar doenças cardiovasculares", esclarece Celso Cukier, nutrólogo do Hospital do Coração, o HCor, em São Paulo. "A segunda, por sua vez, é responsável por tirar a molécula dos tecidos e conduzi-la ao fígado para ser eliminada."
O problema surge quando há um desequilíbrio entre esses meios de transporte e a LDL aparece soberana na corrente sanguínea. Isso, na maioria das vezes, é culpa de uma dieta cheia de gordura saturada, aquela encontrada na carne vermelha, na pele do frango, na salsicha, no salame e por aí vai. Não é de admirar, portanto, que uma das primeiras recomendações para combater o colesterol considerado inimigo é fazer vista grossa a algumas opções do menu cotidiano. Mas - é aí que vem a novidade - essa estratégia parece não ser suficiente. Um time de pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou que incluir certos itens no cardápio pode ser tão ou mais eficiente do que simplesmente mandar outros para o limbo.
Eles chegaram a essa conclusão ao acompanhar, por seis meses, 345 pessoas com o colesterol elevado ou no limite. Enquanto uma parte dos indivíduos recebeu instruções para investir em uma dieta magra e turbinada com fibras solúveis, oleaginosas, produtos à base de soja e alimentos enriquecidos com fitoesterois, a outra só foi orientada a maneirar nos comes e bebes gordurosos. Ao final do período de avaliação, os resultados indicaram que o primeiro grupo sofreu uma redução de aproximadamente 14% nos níveis de LDL. Já na segunda turma a diminuição foi mais singela: de apenas 3%.
"Esse índice de 14% é muito significativo. É, inclusive, similar ao de medicamentos usados para potencializar a ação da estatina, o remédio usualmente indicado para controlar as taxas de colesterol", observa Raul Dias dos Santos, cardiologista e diretor da Unidade Clínica de Dislipidemias do Instituto do Coração, o Incor, na capital paulista. Mas, veja bem, nada disso é desculpa para descartar a clássica orientação de consumir moderadamente as fontes de gordura saturada.

Pegue leve nos alimentos gordos

Uma das causas do aumento dos níveis de LDL no sangue é a ingestão abusiva de certas gorduras, como as saturadas. A nutricionista Camila Gracia, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, informa que esse tipinho está presente em alguns cortes de carne vermelha, em queijos como provolone e parmesão, no leite integral e nos embutidos. Outra inimiga gordurosa é a trans, que por sua vez se esconde em alimentos processados, como biscoitos recheados, salgadinhos e certos produtos congelados.
· Em uma dieta de 2 mil kcal, só 140 devem ser provenientes das gorduras saturadas
O iogurte contém fitoesterois. Consuma 200g por dia
Foto: Dreamstime

Fitoesterois

Encontradas nas plantas, essas substâncias ocupam o lugar do colesterol na micela, que é uma estrutura gordurosa na qual ele precisa grudar para ser assimilado. Quando recebe esse chega pra lá, sua eliminação é certeira. De acordo com Raul Dias dos Santos, do InCor, ainda há outro mecanismo a ser destacado: "Os fitoesterois bloqueiam o receptor NPC1L1, responsável por colocar o colesterol dentro das células do intestino, de onde ele parte para circular pelo sangue e tecidos". Para nossa sorte, alguns alimentos são enriquecidos com esses aliados.
Alimentos à base de soja
Segundo o cardiologista Raul Dias dos Santos, a proteína do grão dificultaria a absorção do colesterol. "Só que esse mecanismo não está bem definido", observa. E não dá para esquecer que a leguminosa tem pouca gordura saturada. Só por causa disso, para quem está com o colesterol muito alto, já vale cogitar substituir o leite de vaca pelo de soja.

Oleaginosas

Fazem parte desse grupo as nozes, amêndoas, avelãs e castanhas. Graças à presença marcante do mineral selênio, elas atrapalham a oxidação do colesterol LDL. E, sem estar oxidada, a molécula perde boa parte de sua força maléfica. "As oleaginosas ainda são fontes de gorduras monoinsaturadas, que não participam da síntese do colesterol", acrescenta Cukier, nutrólogo do HCor. Mas nem pense em devorá-las uma atrás da outra, como se fossem pipoca. "Afinal, elas têm muitas calorias", diz Camila Gracia.

Fibras solúveis

Ao serem consumidas - por meio de frutas, verduras, legumes e cereais como aveia -, elas formam uma espécie de gel no intestino. E o colesterol acaba colando nessa composição. "Por isso, em vez de ser assimilado pelo corpo, ele é arrastado pelas fezes", conta a nutricionista Camila. Só não pode abusar das fibras e se esquecer de beber água. "O líquido ajuda a formar o tal gel e o bolo fecal", ensina."

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Dinamarca cria sobretaxa para alimentos que engordam

A Dinamarca se tornou o primeiro país do mundo a introduzir uma sobretaxa para produtos e alimentos que engordam.
A partir deste sábado, produtos como manteiga, leite, queijo, pizza, carne, óleo, azeite e alimentos processados passam a pagar mais impostos se contiverem mais de 2,3% de gordura saturada.

Segundo o jornal "Copenhagen Post", um pacote de 250g de manteiga sofrerá um aumento de mais de 14%, enquanto o litro do azeite de oliva custará 7% a mais.
A medida vem gerando polêmica tanto entre consumidores - que terão de gastar mais na sua compra de supermercado - quanto entre porta-vozes da indústria.
A Federação Dinamarquesa de Alimentos e Bebidas disse que a decisão pode levar muitos cidadãos a simplesmente cruzar a fronteira e fazer suas compras na Alemanha.
Segundo correspondentes, às vésperas do aumento, a população fez compras em grandes quantidades de produtos como manteiga, queijo e azeite.
"Foi uma semana caótica, com muitas prateleiras vazias. As pessoas encheram suas geladeiras", disse à agência AFP o proprietário de um supermercado em Copenhague.
Benefício para a saúde
A taxa também não é unanimidade entre os cientistas: uma parte da comunidade científica defende que a gordura saturada não é necessariamente o maior inimigo da silhueta.
Segundo estes especialistas, mais nocivo é o excesso de sal, açúcar e carboidratos refinados (presente em alimentos como o arroz branco, macarrão, massas e outros feitos a partir de farinha de trigo refinada, como pão branco, biscoitos e bolachas).
Segundo um estudo recente da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o índice de obesidade na Dinamarca está abaixo dos índices de outros países ricos.
Em 2005, 11% da população dinamarquesa podia ser considerada obesa, enquanto a taxa de sobrepeso no país era de 45%. Entre os países da OCDE, esses números eram de 16% e 50%, respectivamente.
Para efeito de comparação, nos EUA, 34% da população são obesos; no México, 30%; no Brasil, 16%; na França, 11%; e no Japão, 3%, ainda de acordo com os números da OCDE. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC. 

domingo, 30 de outubro de 2011

Processo de Fabricação do Iogurte


 A produção do iogurte tem início na seleção das matérias primas, como o Leite, Leite em pó e açúcar. Após esta fase o processamento, que é dividido em várias etapas, começa:

Mistura

Padronização de leite no teor de gordura desejável e adição de todos os ingredientes ao leite, em um tanque hermético, que não permite a entrada de qualquer corpo estranho e/ou bactérias indesejáveis. Mistura-se, em diferentes tanques, iogurtes Lights (0% de gordura e sem adição de açúcar) e iogurtes com gordura (cremosos ou líquidos).

Homogeneização

A mistura dos produtos com Gordura passa por um equipamento chamado Homogeneizador o qual trabalha a alta pressão, sendo assim homogeneizada com o objetivo de reduzir o tamanho dos glóbulos de gordura e obter no, produto acabado, uma consistencia lisa e cremosa.

Pasteurização

Um equipamento chamado de pasteurizador, aquece toda a mistura do iogurte a uma temperatura suficiente para eliminar todas as bactérias indesejáveis que possam estar presentes na mistura.

Fermentação

A lactose (o açúcar do leite) é transformada em ácido láctico que será o agente da coagulação do leite. São usadas duas bactérias para a transformação da Lactose em ácido lático: Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus . A fermentação ocorre a uma temperatura de 42 a 43ºC durante aproximadamente 4 horas. Neste tempo, a formação de acidez e aroma é monitorada.

Resfriamento

Quando o produto atinge a acidez desejada ele é resfriado e enviado a outro tanque hermético tomando-se todo cuidado para que nenhuma das características até então obtidas sejam perdidas.

Adição de base frutas

O produto recebe a polpa de frutas ou pedaços de frutas de acordo com suas características.

Embalagem

O iogurte é embalado em máquinas, sem nenhum contato manual, mantendo-se assim toda a sua qualidade e frescor.

Conservação

A temperatura ideal para conservação do iogurte varia de 1 a 10ºC e seu tempo de validade é de 35 dias.

sábado, 15 de outubro de 2011

Preços dos alimentos na América Latina sobem 40% em 4 anos


Santiago, Chile, 14 Out 2011 (AFP) -Os preços dos alimentos na América Latina estão 40% maiores que há quatro anos, e se manterão altos, o que coloca em risco a erradicação da fome na região, que afeta 52,5 milhões de habitantes, alertou a FAO nesta sexta-feira.

Após uma alta iniciada em 2007, o valor dos alimentos na região manteve-se alto, com uma leve queda em 2009, mas começou novamente a se elevar a partir do segundo semestre do ano passado, para alcançar hoje seu maior nível em três décadas.

Assim aponta o Panorama de Segurança Alimentar e Nutricional da América Latina 2011, elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com sede regional em Santiago.

"O valor do açúcar, por exemplo, tornou-se algo imprevisível, como em um cassino, mas sempre para cima", afirmou o representante regional adjunto da FAO para a América Latina, Alan Bojanic, ao apresentar em coletiva de imprensa o relatório anual.

Enquanto a alta no preço dos alimentos tende a incentivar a produção e eventualmente a exportação de produtos, a incerteza em relação às cotações futuras tem o efeito contrário, explicou Bojanic.

Especial preocupação gera o alto preço alcançado pelos cereais, a principal fonte de calorias para os habitantes da região, cuja média aumentou 36% no último ano, impulsionado pelas altas do trigo e do milho, de 62% e 104%, respectivamente.

"A alta dos preços e uma maior inflação geral podem aumentar a pobreza e reduzir o acesso aos alimentos por parte da população pobre, em um momento no qual a fome afeta 52,5 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe", equivalente a 9% da população, afirmou o representante da FAO.

"A porcentagem de pessoas com fome manteve-se estável em 9% nos últimos dois anos, após um longo período no qual esta relação teve uma queda contínua", alertou Bojanic.

A alta no preço dos alimentos está associada a uma maior demanda no nível mundial, produto do crescimento acelerado da classe média, sobretudo em países como China e Índia, e a mudanças nos hábitos de alimentação com um aumento no consumo de carne e leite.

Outro fator que influi é o crescimento da população mundial, com um aumento anual de mais de 80 milhões de pessoas.

Em contraste, a produção de alimentos cresce em um ritmo menor. Apesar de a produção agrícola estar aumentando - na América Latina, por exemplo, subiu 2,5% no último ano, levemente acima da média mundial (2%) - é necessário um maior esforço para aumentar a disponibilidade de alimentos, segundo a FAO.

Um dos principais riscos sobre a produção de alimentos são os biocombustíveis, cuja produção cresceu de forma acelerada nos últimos anos, alentada pelo alto preço do petróleo, explicou por sua vez Fernando Soto, oficial de políticas da FAO.

Segundo Soto, 35% da colheita de milho dos Estados Unidos é destinada hoje à produção de combustíveis.

O representante da FAO alertou também que o novo nível de preços dos alimentos, "a partir de uma perspectiva de longo prazo, é um fenômeno que chegou para ficar".

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Dúvidas sobre embalagens alimentícias


1. O que é uma embalagem da Tetra Pak ou Longa Vida?
resposta:A embalagem da Tetra Pak é composta por várias camadas de materiais. Estas criam uma barreira que impede a entrada de luz, ar, água e microorganismos e, ao mesmo tempo, não permitem que o aroma dos alimentos deixe a embalagem. A proteção contra luz é fundamental pois evita a destruição de importantes vitaminas dos alimentos (Vitamina C e Vitamina B), principalmente no caso de leite e sucos. Já o oxigênio, presente no ar, poderia produzir nos alimentos uma reação de oxidação e causar uma redução das suas qualidades.
Essas embalagens são feitas de papel (cartão), plástico (polietileno de baixa densidade) e alumínio.
Um dos objetivos das embalagens é proteger o seu conteúdo, e neste sentido, a Tetra Brik Aseptic ou embalagem Longa Vida é muito eficiente pois mantém bactérias e outros microorganismos longe de alimentos como leite, iogurtes e suco de frutas, preservando-os por muitos meses. Nenhum conservante artificial é adicionado, sendo, portanto, um alimento 100% natural.
2. O alumínio da embalagem entra em contato com o alimento?resposta:Não, o alumínio não entra em contato com o alimento. Assim como as demais embalagens que utilizam alumínio, existe uma camada protetora interna de polietileno – no caso das embalagens da Tetra Pak, são duas camadas. Vale destacar, ainda, que a embalagem que é composta de seis camadas de diferentes materiais (como mostra o desenho) – plástico (polietileno), papel e alumínio – cada qual com uma função importante na proteção do alimento. O papel mantém a embalagem rígida, o plástico permite a integridade do fechamento da embalagem e o alumínio bloqueia a luz e o oxigênio.
3. Como os alimentos, como o leite, podem durar tanto fora da geladeira?resposta:A combinação das tecnologias de ultrapasteurização do leite, de envase asséptico, a estrutura do material de embalagem e da retirada do ar no momento do fechamento da embalagem torna o leite Longa Vida um produto sem qualquer tipo de bactéria. Assim, ele pode ser mantido fora da geladeira, antes de aberto, por até 180 dias.

4. Quais são os alimentos que podem ser embalados em embalagens da Tetra Pak?resposta: No Brasil, atualmente, são envasados alimentos líquidos, como leite, sucos, chás, águas de coco e iogurtes; e viscosos, como maionese, molhos de tomate, goiabada e requeijão.
A Tetra Pak também desenvolveu uma tecnologia para envase de alimentos sólidos, como legumes, vegetais, molhos e sopas com pedaços.



Fonte: http://www.tetrapak.com/br/
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Anvisa pede inspeção na fábrica de Toddynho

30 de setembro de 2011



Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou à Vigilância Sanitária de São Paulo uma inspeção imediata na fábrica do achocolatado da marca Toddynho, localizada em Guarulhos, na Grande São Paulo. O pedido da Agência foi feito hoje e é resultado da ocorrência de casos de queimaduras na boca de quatro crianças que ingeriram o achocolatado no Rio Grande do Sul.

De acordo com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul, que investiga os casos, os primeiros resultados de análise laboratorial apontam um PH de 13,3, considerado muito alcalino para alimentos. Os desvios de qualidade no composto alimentar sabor chocolate fortificado com vitaminas da marca Toddynho foram encontrados em dois lotes: L4 32 06:08 e L4 32 06:09, com data de validade até 19/02/2012. Como forma de prevenção, a vigilância sanitária gaúcha realizou a interdição cautelar de todos os lotes do alimento no estado.

A empresa PesiCO, responsável pela produção do Toddynho, informou que houve uma falha durante a fabricação. A empresa declarou que os lotes apontados foram distribuídos exclusivamente para o Rio Grande do Sul.

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul emitiu um alerta epidemiológico para todas as Coordenadorias Regionais de Saúde. O Centro de Informações Toxicológicas do Estado também foi notificado do caso. A recomendação para quem possuir em casa os lotes do produto considerados suspeitos é não consumir o alimento.



Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/geral

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pesquisa absolve carne vermelha na dieta


Mas nem todas estão liberadas: costela e hambúrguer processados permanecem vetados


   Se bem preparada, carne vermelha pode ser boa para a saúde
    Uma pesquisa apresentada este mês no Congresso Brasileiro de Cardiologia tirou o rótulo “vilã do coração” da carne vermelha. Segundo os dados apresentados, ela pode ser inofensiva desde que preparada com alguns cuidados.
    O estudo, conduzido pelo médico Iran Castro, acompanhou por cinco semanas dois grupos de 70 voluntários cada. Um deles consumiu, durante todo o período, 125 gramas de carne vermelha sem gordura por dia .
    A outra turma riscou o alimento do cardápio. Entre os carnívoros, após o tempo de análise, não houve registro de aumento de pressão arterial e das taxas de colesterol ruim (LDL). “Mas é importante salientar que o estudo foi feito com carnes magras”, afirma Castro.
   “Para que não haja interferência nos fatores de risco para problemas cardiovasculares, é preciso retirar a gordura visível do bife e também as tirinhas brancas do alimento. Estes resultados não seriam alcançados com os hambúrgueres processados, ricos em gordura e sódio, e nem com a costela, totalmente gordurosa.” Segundo Castro, continuam vetados e com o título de perigosos, os embutidos, como salsichas, lingüiças e mortadelas, por exemplo.
    Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostrou que quanto mais jovem a pessoa, maior o consumo de carne vermelha gordurosa. Em enquete aplicada a 51 mil pessoas foi constatado que, na faixa etária entre 18 e 24 anos, 52,2% consomem diariamente este tipo de comida, índice que cai para 28,2% entre os maiores de 60 anos, mas ainda considerado alto pelos especialistas.
    Os médicos lembram que preparada com cautela a carne vermelha é excelente fonte de proteína, de ômega-3, vitamina B12, niacina, de zinco e ferro necessários ao organismo e nutrientes que estão em baixa na população brasileira, como mostrou pesquisa recente do IBGE.

Fonte: http://saude.ig.com.br/alimentacao/pesquisa-absolve-carne-vermelha-na-dieta/n1597223303071.html

domingo, 25 de setembro de 2011

Tomate, castanhas, chocolate, azeite e linhaça ajudam a proteger o coração


   A princípio, podem parecer alimentos muito gordurosos, mas se consumidos com moderação são capazes de beneficiar o coração e até aumentar a longevidade. Esses “cardioprotetores”, como são conhecidos, têm o poder de reduzir o mau colesterol (LDL), os triglicérides, a pressão arterial e o peso, além de evitar o endurecimento das artérias. Também contribuem para melhorar o colesterol bom (HDL) e controlar a circulação sanguínea, o que previne coágulos e derrames.


Saiba mais: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2011/09/tomate-castanhas-chocolate-azeite-e-linhaca-ajudam-proteger-o-coracao.html